sexta-feira, 26 de julho de 2013

SERVIDOR PÚBLICO EFETIVO DE BELO JARDIM: SALÁRIO É MOTIVO DE VERGONHA


O funcionalismo público efetivo de Belo Jardim / PE não tem nada o que comemorar há muito tempo. Os nossos salários estão aos trapos. Somos humilhados e substituídos por afilhados políticos incompetentes. Não existe uma política de incentivo, uma política que nos dê ânimo para exercer as nossas funções com alegria e alento. Somos maltratados por uma corja que chegou há treze anos e o que nos resta é penar e lamentar. Não temos um representante sequer que nos dê uma força e resgate a nossa dignidade. O que se vê atualmente é uma enxurrada de servidores dando entrada em férias e licenças para se livrarem da tirania que impera dentro do Município. Não existe um plano de cargos e carreiras, não existe uma promoção por merecimento ou por tempo de serviço, não existe o respeito que nos é devido. Se queremos fazer com que os nossos direitos sejam respeitados temos que recorrer a Justiça que, infelizmente, está abarrotada e lenta. Tenho conversado com muitos colegas e a tônica da conversa é a mesma: "hoje, eu tenho vergonha de dizer que trabalho na Prefeitura de Belo Jardim". Gostaria de lembrar aos "poderosos" e aos "vendidos" e aos "apaixonados", que respeito é o mínimo que merecemos. Somos pessoas que contribuímos muito para o desenvolvimento dessa cidade. Não é mole chegar no fim do mês e a gente receber o nosso salário apenas por receber e ainda com raiva porque não dá para cobrir as nossas despesas. Em uma cidade de porte de Belo Jardim, que arrecada muito bem, o gestor deveria dispor proventos mais dignos aos seus funcionários. Nós, não deveríamos andar de complementar a nossa renda fazendo "bicos" ou tirando plantões dos colegas. Nem a nossa Previdência funciona, pois é comentado que o nosso dinheiro retido é usado até para custear campanhas eleitorais e pagar servidores contratados. Há tempos estamos sendo surrupiados. Desde o gari ao professor. Entretanto, os "afilhados" recebem gordos salários. Minha gente, isso tem que acabar. Isso tem que ter um basta. Nós não chegamos há seis meses não. Nós temos 10, 15, 20, 30 anos de serviço. E uma coisa é certa. Se ficarmos de braços cruzados ou com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar a coisa fica pior. Temos que reagir e voltar a ter orgulho de ser patrimônio de Belo Jardim.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

A ESCASSEZ DE ÁGUA EM BELO JARDIM E MUITA GENTE NÃO ESTÁ NEM AÍ




Estamos em fim de abril e começo de maio, mas parece que estamos em fim dezembro e começo de janeiro. Nada de chuva. Belo Jardim, agora, só dispõe de água nas torneiras três dias a cada onze sem. Ou seja, a situação é crítica. Infelizmente parece que muitas pessoas não estão nem aí para essa situação. É triste observar, em minhas andanças, pessoas lavando calçadas, carros, janelas ou simplesmente "aguando a rua para não fazer poeira dentro de casa". 


O Açude Bitury, a nossa água fina e gostosa, está dando os seus últimos suspiros. Vai ser duro ver aquele manancial seco como vimos em 1999. As plantações e as criações sofrem pesado com essa falta de chuvas. Temos notícias de que Tabocas também tem pouca água e o Ipojuca ainda aguenta uns seis meses.




Ora, meus amigos, quem tem dinheiro pode comprar até um caminhão-pipa para abastecer a sua casa. Mas, e o pobre? Aquele que depende tão somente da água dos mananciais como fica? Não tentando me engrandecer mas, na minha casa, até a água de lavar pratos e tomar banho é reaproveitada para lavar quintal e colocar na privada. É possivel afirmar que uma parcela dos moradores daqui precisam levar uns "carões" da Justiça ou até de nós mesmos que estamos vendo o erro. A seca é um fenômeno natural, ela já existe nessa região desde o começo do mundo. Quem mora por aqui é que tem que se adaptar. As autoridades constituídas, especialmente o Executivo Municipal, têm de fazer alguma coisa. O que vemos são falácias, ações nada. Lembro muito bem que, quando Cecílio Galvão foi prefeito muitos poços foram abertos na cidade e na zona rural. Depois que o "Vendedor de Mentiras" assumiu em 2001 esses poços foram desativados, aterrados com a alegação não sei de que. Hoje, estamos passando pela falta. Sendo assim, já que sabemos que esse rapazinho não está nem aí para a situação (pelo menos é o que demonstra), vamos nos unir. Vamos nos organizar. Vamos cobrar os nossos direitos. Vamos economizar e cobrar para que os outros também economizem. A cidade é nossa, não podemos deixar o que é nosso virar bagunça. 





segunda-feira, 15 de abril de 2013

BRUNO E MANECO SE CONSOLIDAM DEFINITIVAMENTE COMO LIDERANÇAS POLÍTICAS DE BELO JARDIM

Cintra Galvão nunca deu um "tiro" tão certeiro como o de lançar Maneco e Bruno como candidatos as eleições majoritárias de Belo Jardim em 2012. Os dois, aos poucos, foram promovendo visitas, participando de atos públicos, mostrando propostas, enfim sendo vistos pela população da nossa cidade. Mesmo após as eleições em que obtiveram 31% dos votos, ficando em segundo lugar, eles não pararam e a cada dia conquistam uma verdadeira legião de fãs e admiradores. Pessoas que antes pensavam o contrário, mas hoje vêem que essa era a dupla que verdadeiramente poderia (ou pode) mudar a cara de Belo Jardim.


Bruno, a juventude séria, o "caçador de tesouros". Maneco, o administrador competente, o inovador com os pés no chão. O tempo passa e, com a administração desastrosa do "Vendedor de Mentiras", o nosso povo mantém a esperança em dias melhores. A saúde de Belo Jardim é um desastre, e educação nem se fala, o homem do campo está abandonado, os servidores efetivos são perseguidos, os servidores contratados demitidos. O nosso comércio já dá sinais de cansaço e desânimo. A seca castiga a cidade e o que mais se vê são os pseudo-poderosos falarem muito e agirem pouco.


O "Vendedor de Mentiras" vai para uma Câmara Municipal apresentar obras mirabolantes, quando na verdade todo o Belo Jardim sabe que ele não vai cumpir nem um terço delas. E, de quebra, ainda traz um deputado forasteiro (que estava "bicado" no seu discurso) querendo que nosso povo engula mais essa. Parafraseando o poeta Renato Russo: "o sistema é mau, mas minha turma é legal..." Na nossa turma não tem personagem, na nossa turma tem gente de verdade. Tem desde o empresário até o vendedor de balas. Tem o evangélico, o católico, o umbandista. Tem o heterossexual, o bissexual, o homossexual. Tem o branco, o pardo, o negro. Enfim, somos a diversidade que forma a unidade. Somos o pé no chão, a realidade. Nós não sonhamos em céu de brigadeiro, nós sonhamos em fazer as coisas acontecerem.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

GRUPO MOURA INICIA PROJETO PARA RETIRAR OS CAMINHÕES DE CARGA DAS RUAS


Na manhã desta sexta-feira, 15/02, fui convidado pelo Sr. João Mendes (Gerente do RH do Grupo Moura) e pelo Sr. Fred Sobral (Gerente da Transportadora Bitury) para conhecer o início do projeto do grupo para a retirada dos caminhões de carga que ficam estacionados nas ruas de Belo Jardim. Gostaria, de antemão, externar os meus agradecimentos pelo tratamento cordial e gentil dispensado à minha pessoa. O projeto, que está sendo iniciado, prevê a construção de um grande estacionamento de carretas e caminhões em um terreno localizado ao lado da BR-232, mais precisamente perto da Fábrica Palmeiron. Contará com todo o aporte necessário para que os caminhoneiros estacionem com conforto e segurança, vindo à fábrica apenas para tratar de assuntos burocráticos. A previsão de entrega total é no segundo semestre de 2013, mas de imediato, já estão sendo tomadas as providências para a limpeza e terraplanagem do terreno e firmadas parcerias com os postos e restaurantes próximos ao local. De modo que, muito em breve, as ruas adjacentes ao Grupo Moura ficarão livres dos incômodos dos caminhões e carretas estacionados. Uma grande iniciativa que, sem dúvida, mostra o compromisso e a seriedade do grupo. De minha parte, fico bastante lisonjeado por poder dar uma pequena contribuição para a minha comunidade. Isso, sem ataques pessoais, sem bravatas, sem brigas. Apenas com a maneira mais correta de se resolver conflitos: o diálogo. O Grupo Moura está de parabéns.    

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O SISTEMA: TENHA CUIDADO COM ELE!

 
O Sistema alicia. O Sistema compra. O Sistema cala! Quantas pessoas não resistem aos afagos do Sistema e acabam renunciando as suas ideologias, seus modos de ser e de viver. O Sistema é perverso. Entra de tocaia, observa os passos daqueles que lhes são contrários e acaba por abocanhá-los convertendo-os ou aniquilando-os. O Sistema não vê o homem como um ser social e racional. O Sistema escraviza e robotiza. Pessoas que antes eram combatentes apaixonados, hojem mais parecem zumbis apocalípticos que andam mecanicamente e apenas obedecem a um instinto. Para o verdadeiro revolucionário, o inquieto pensador, o eterno insatisfeito com a mesmice, o Sistema não vale nada. Isso mesmo. Não vale nada! É triste perceber que a velha máxima "cada um tem o seu preço" vigora em uma grande parte das pessoas que pensamos um dia conhecer. O fato da comodidade de manter um cargo ou até mesmo um salário, faz com que muitos abandonem as suas posturas e passem a pensar que não tem nada a haver com o que se passa dentro de uma sociedade dominada. O Sistema é terrível. É corrupto! É conivente! É safado... Nós temos um papel muito importante dentro do meio que vivemos. A cada passo que deixamos de dar dentro da coletividade, sementes maléficas são plantadas e mais tarde colheremos frutos nada agradáveis. Portanto, não seja convencido e nem vencido pelo Sistema. Lute! O Sistema não foi feito para que você sirva a ele. Muito pelo contrário, ele, o Sistema, é quem deve servir à você. Pense nisso!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

PARA REFLETIR...


FERNANDO JOSÉ - OS TEMPOS LITÚRGICOS DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA


Fernando José é membro da Escola Diaconal Dom Francisco Biasin
Seminário São José - Pesqueira / PE 


Os tempos litúrgicos são as divisões existentes no Ano Litúrgico da Igreja Católica. Estes tempos existem em toda a Igreja Católica, apenas há algumas diferenças entre os vários ritos. Os tempos constantes abaixo são referentes ao rito romano.

Advento

O Advento (do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a") é o primeiro tempo do Ano litúrgico, o qual antecede o Natal. Para os cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz. No calendário religioso este tempo corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal. O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado.O Advento começa às vésperas do Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro e vai até as primeiras vésperas do Natal de Jesus contando quatro domingos.
Esse tempo possui duas características: Nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa se volta para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história, no final dos tempos. As duas últimas semanas, dos dias 17 a 24 de Dezembro, visam em especial, a preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós. Por isto, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa.
A liturgia do Advento nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão.

Tempo do Natal
Após a celebração anual da Páscoa, a comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações, pois o Natal é um tempo de fé, alegria e acolhimento do Filho de Deus que se fez Homem.
O tempo do Natal vai da véspera do Natal de Nosso Senhor até o domingo depois da festa da aparição divina, em que se comemora o Batismo de Jesus. No ciclo do Natal são celebradas as festas da Sagrada Família, de Maria, mãe de Jesus e do Batismo de Jesus.

Tempo da Quaresma
Quaresma, palavra que vem do latim quadragésima, é o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no Domingo de Páscoa.

O Tempo da Quaresma é um tempo forte de conversão e penitência, jejum, esmola e oração. É um tempo de preparação para a Páscoa do Senhor, e dura cerca de quarenta dias. Neste período não se diz o "Aleluia", nem se colocam flores na Igreja, não devem ser usados muitos instrumentos e não se canta o "Glória a Deus nas alturas", para que as manifestações de alegria sejam expressadas de forma mais intensa no tempo que se segue, a Páscoa. A Quaresma inicia-se na Quarta-feira de Cinzas, e termina na manhã de Quinta-feira Santa.

A Quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja Católica marcam para preparar os fiéis para a grande festa da Páscoa. Durante este período, os seus fiéis são convidados a um período de penitência e meditação, por meio da prática do jejum, da esmola e da oração. Ao longo deste período, sobretudo na liturgia do domingo, é feito um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que pretendem viver como filhos de Deus.
A Igreja Católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na Quarta-feira de Cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma consequência da penitência.

Tríduo Pascal
O Tríduo Pascal é um conjunto de três dias celebrado no Cristianismo (católico romano), composto pela Quinta-Feira Santa, Sexta-Feira Santa e Vigília Pascal, véspera do Domingo da Ressurreição ou Domingo de Páscoa. Este último dia já não faz parte do Tríduo Pascal.
O Tríduo Pascal começa com a Missa da Santa Ceia do Senhor, na Quinta-Feira Santa. Neste dia, é celebrada a Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio, e comemora-se o gesto de humildade de Jesus ao lavar os pés dos discípulos.
Na Sexta-Feira Santa celebra-se a Paixão e Morte de Jesus Cristo. É o único dia do ano que não tem Missa, acontece apenas uma Celebração da Palavra chamada de "Ação ou Ato Litúrgico".
Durante o Sábado Santo, a Igreja não exerce qualquer acto litúrgico, permanecendo em contemplação de Jesus morto e sepultado.Na noite de Sábado Santo, já pertencente ao Domingo de Páscoa, acontece a solene Vigília pascal. Conclui-se, então, o Tríduo Pascal, que compreende a Quinta-Feira, Sexta-Feira e o Sábado Santo, que prepara o ponto máximo da Páscoa: o Domingo da Ressurreição.

Tempo Pascal
A Festa da Páscoa ou da Ressurreição do Senhor, se estende por cinqüenta dias entre o domingo de Páscoa e o domingo de Pentecostes, comemorando a volta de Cristo ao Pai na Ascensão, e o envio do Espírito Santo. Estas sete semanas devem ser celebradas com alegria e exultação, como se fosse um só dia de festa, ou, melhor ainda, como se fossem um grande domingo, vivendo uma espiritualidade de alegria no Cristo Ressuscitado e crendo firmemente na vida eterna.
O tempo pascal é o mais forte de todo o ano, inaugurado na Vigília Pascal e celebrado durante sete semanas até Pentecostes. É a Páscoa (passagem) de Cristo, do Senhor, que passou da morte à vida, a sua existência definitiva e gloriosa. É a páscoa também da Igreja, seu Corpo, que é introduzida na Vida Nova de seu Senhor por meio do Espírito que Cristo lhe deu no dia do primeiro Pentecostes. A origem desta cinquentena remonta-se às origens do Ano litúrgico.

Tempo Comum
Além dos tempos que têm características próprias, restam no ciclo anual trinta e três ou trinta e quatro semanas nas quais são celebrados, na sua globalidade os Mistérios de Cristo. Comemora-se o próprio Mistério de Cristo em sua plenitude, principalmente aos domingos. É um período sem grandes acontecimentos, mas que nos mostra que Deus se faz presente nas coisas mais simples. 

É um tempo de esperança acolhimento da Palavra de Deus. Este tempo é chamado de Tempo Comum, mas não tem nada de vazio.
É o tempo da Igreja continuar a obra de Cristo nas lutas e no trabalho pelo Reino. O Tempo Comum é dividido em duas partes: a primeira fica compreendida entre os tempos do Natal e da Quaresma, e é um momento de esperança e de escuta da Palavra onde devemos anunciar o Reino de Deus; a segunda parte fica entre os tempos da Páscoa e do Advento, e é o momento do cristão colocar em prática a vivência do reino e ser sinal de Cristo no mundo, ou como o mesmo Jesus disse, ser sal da terra e luz do mundo.
Não se podem contrapor os chamados "tempos fortes" ao Tempo Comum, como se este tempo fosse um tempo fraco ou inferior. É o tecido concreto da vida normal do cristão, fora das festas, e pode ver-se nele a comemoração da presença de Cristo na vida quotidiana e nos momentos simples da vida dos cristãos.
Duas fontes são importantes para a espiritualidade e força do Tempo Comum: Os Domingos e os tempos fortes. O Tempo Comum pode ser vivido como prolongamento do respectivo tempo forte. Vejamos: a primeira parte do Tempo Comum, iniciada após a Epifania e o Batismo de Jesus, constitui tempo de crescimento da vida nascida no Natal e manifestada na Epifania.
Esta vida para crescer e manifestar-se em plenitude e produzir frutos, necessita da ação do Espírito Santo que age no Batismo do Senhor. A partir daqui Jesus começa a exercer seu poder messiânico. Também a Igreja: fecundada pelo Espírito ela produz frutos de boas obras;
No Tempo Comum temos algo semelhante ao recomeçar por volta do 9º Domingo, imediatamente depois de Pentecostes: a vida renasce na Páscoa e desenvolve-se através do Tempo Comum, depois de fecundado pelo Espírito em Pentecostes. A força do Mistério Pascal é vivida pela Igreja através dos Domingos durante o ano que amadurece os frutos de boas obras, preparando a vinda do Senhor.
O Tempo Comum é ainda tempo privilegiado para celebrar as memórias da Virgem Maria e dos Santos.