quarta-feira, 17 de abril de 2013

A ESCASSEZ DE ÁGUA EM BELO JARDIM E MUITA GENTE NÃO ESTÁ NEM AÍ




Estamos em fim de abril e começo de maio, mas parece que estamos em fim dezembro e começo de janeiro. Nada de chuva. Belo Jardim, agora, só dispõe de água nas torneiras três dias a cada onze sem. Ou seja, a situação é crítica. Infelizmente parece que muitas pessoas não estão nem aí para essa situação. É triste observar, em minhas andanças, pessoas lavando calçadas, carros, janelas ou simplesmente "aguando a rua para não fazer poeira dentro de casa". 


O Açude Bitury, a nossa água fina e gostosa, está dando os seus últimos suspiros. Vai ser duro ver aquele manancial seco como vimos em 1999. As plantações e as criações sofrem pesado com essa falta de chuvas. Temos notícias de que Tabocas também tem pouca água e o Ipojuca ainda aguenta uns seis meses.




Ora, meus amigos, quem tem dinheiro pode comprar até um caminhão-pipa para abastecer a sua casa. Mas, e o pobre? Aquele que depende tão somente da água dos mananciais como fica? Não tentando me engrandecer mas, na minha casa, até a água de lavar pratos e tomar banho é reaproveitada para lavar quintal e colocar na privada. É possivel afirmar que uma parcela dos moradores daqui precisam levar uns "carões" da Justiça ou até de nós mesmos que estamos vendo o erro. A seca é um fenômeno natural, ela já existe nessa região desde o começo do mundo. Quem mora por aqui é que tem que se adaptar. As autoridades constituídas, especialmente o Executivo Municipal, têm de fazer alguma coisa. O que vemos são falácias, ações nada. Lembro muito bem que, quando Cecílio Galvão foi prefeito muitos poços foram abertos na cidade e na zona rural. Depois que o "Vendedor de Mentiras" assumiu em 2001 esses poços foram desativados, aterrados com a alegação não sei de que. Hoje, estamos passando pela falta. Sendo assim, já que sabemos que esse rapazinho não está nem aí para a situação (pelo menos é o que demonstra), vamos nos unir. Vamos nos organizar. Vamos cobrar os nossos direitos. Vamos economizar e cobrar para que os outros também economizem. A cidade é nossa, não podemos deixar o que é nosso virar bagunça. 





segunda-feira, 15 de abril de 2013

BRUNO E MANECO SE CONSOLIDAM DEFINITIVAMENTE COMO LIDERANÇAS POLÍTICAS DE BELO JARDIM

Cintra Galvão nunca deu um "tiro" tão certeiro como o de lançar Maneco e Bruno como candidatos as eleições majoritárias de Belo Jardim em 2012. Os dois, aos poucos, foram promovendo visitas, participando de atos públicos, mostrando propostas, enfim sendo vistos pela população da nossa cidade. Mesmo após as eleições em que obtiveram 31% dos votos, ficando em segundo lugar, eles não pararam e a cada dia conquistam uma verdadeira legião de fãs e admiradores. Pessoas que antes pensavam o contrário, mas hoje vêem que essa era a dupla que verdadeiramente poderia (ou pode) mudar a cara de Belo Jardim.


Bruno, a juventude séria, o "caçador de tesouros". Maneco, o administrador competente, o inovador com os pés no chão. O tempo passa e, com a administração desastrosa do "Vendedor de Mentiras", o nosso povo mantém a esperança em dias melhores. A saúde de Belo Jardim é um desastre, e educação nem se fala, o homem do campo está abandonado, os servidores efetivos são perseguidos, os servidores contratados demitidos. O nosso comércio já dá sinais de cansaço e desânimo. A seca castiga a cidade e o que mais se vê são os pseudo-poderosos falarem muito e agirem pouco.


O "Vendedor de Mentiras" vai para uma Câmara Municipal apresentar obras mirabolantes, quando na verdade todo o Belo Jardim sabe que ele não vai cumpir nem um terço delas. E, de quebra, ainda traz um deputado forasteiro (que estava "bicado" no seu discurso) querendo que nosso povo engula mais essa. Parafraseando o poeta Renato Russo: "o sistema é mau, mas minha turma é legal..." Na nossa turma não tem personagem, na nossa turma tem gente de verdade. Tem desde o empresário até o vendedor de balas. Tem o evangélico, o católico, o umbandista. Tem o heterossexual, o bissexual, o homossexual. Tem o branco, o pardo, o negro. Enfim, somos a diversidade que forma a unidade. Somos o pé no chão, a realidade. Nós não sonhamos em céu de brigadeiro, nós sonhamos em fazer as coisas acontecerem.