domingo, 23 de dezembro de 2012

A "REPÚBLICA ETÍLICA" DE BELO JARDIM


Estaria eu sendo hipócrita em condenar o álcool etílico (cachaça, cerveja, rum, etc., etc.) mesmo porque eu aprecio. Só com um detelhe: moderadamente! O debate que abro neste instante, refere-se ao seguinte tema: o que fazer em Belo Jardim, a não ser tomar cana? Me mostrem uma atividade que o poder publico criou ou pelo menos incentivou para que o álcool fique em segundo plano. Ficando de fora as reuniões domingueiras com a família (aonde também rola uma caninha, em alguns casos), qual a atividade cultural, esportiva, educacional, filantrópica que recebeu apoio maciço do governo municipal visando qualidade de vida, desenvolvimento intelectual e esportivo, diversão? Em qualquer lugar que você for em Belo Jardim, lá estará sempre um convite à birita. Na praça da Estação, na praça dos Motoristas, na praça dos Eucaliptos, na praça da Ponte Nova, na avenida principal da Cohab I, na prainha do Ipojuca, na barragem do Tabocas, na barragem do Bitury, ufaaa! Não há condições de contar... São muitas opções etílicas. E as festas? Pegaram uma mania, por aqui, de só fazer festa de cachaça. Inventam trios, jardins, são joões, aniversários, etc. Pegam a nossa juventude menos esclarecida e... tome cana. Alienam, massificam e, por fim, viciam. Os resultados são catastróficos: acidentes, homicidios, agressões, desrespeito. Penso que deveriamos ter opções de escolha, mesmo porque as possibilidades existem. E são elas: boas praças, atividades culturais, esportes, palestras, filmes abertos ao público, etc., etc. Ora, se em outras cidades isso existe e dá certo, por que aqui não pode dar? O que acho é que falta boa vontade. Convenhamos que uma dose é boa de vez em quando e dependendo da ocasião. Mas, direto é decadente demais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário